GovBR
Ir para o conteúdo Ir para o menu Ir para a busca Ir para o rodapé

Informamos que devido ao grande número de acessos aos serviços online da prefeitura, os mesmos poderão ficar instáveis ou indisponíveis.

Inicio Saúde Peixes são usados como alternativa no combate ao Aedes aegypti em Garanhuns

Saúde

Peixes são usados como alternativa no combate ao Aedes aegypti em Garanhuns

Para quem deseja iniciar a criação dos peixes, unidade de saúde da Cohab II realiza a entrega Além das ações educativas, visitas domiciliares e utilização de larvicida, em Garanhuns, no Agreste Meridional de Pernambuco, a utilização de peixes em reservatórios...

Publicado em

Para quem deseja iniciar a criação dos peixes,
unidade de saúde da Cohab II realiza a entrega

Além das ações educativas, visitas domiciliares e utilização de larvicida, em Garanhuns, no Agreste Meridional de Pernambuco, a utilização de peixes em reservatórios de água têm sido mais uma das alternativas no combate ao Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, febre chikungunya e do zika vírus. Esse projeto, denominado “Peixe Vivo”, possibilita um controle ambiental de baixo custo, a fim de diminuir o índice de infestação. A ação está sendo realizada pelos profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) Cohab II-2.

Após algumas reuniões e pesquisas, a ação começou a ser realizada em agosto deste ano. O agente comunitário de saúde, Ricardo Sobral, explica a eficácia da ação. “Essa medida consiste em nós distribuirmos gratuitamente peixes da raça guppy aos moradores, de acordo com a área de cada agente. Esses alevinos, de forma comprovada, comem até 100 larvas do mosquito por dia, garantindo assim, a certeza que seu reservatório estará seguro”, diz. Ainda de acordo com o agente, o fato de as pessoas procurarem o posto para receberem o peixe demonstra a conscientização e melhor atenção da população para minimizar o problema.

De acordo com a enfermeira da unidade, Hilda Madalena, a sociedade já tem dado um retorno positivo sobre a relevância do projeto. “O projeto tem sido bem sucedido na mobilização da comunidade, com uma ampla base de adeptos e altos níveis de aceitação de nossa população, como forma eficaz de reduzir a propagação da dengue”. Os peixes, que se alimentam das larvas deixadas pelo mosquito, interrompendo o ciclo de reprodução do inseto, são distribuídos aos moradores que procuram o posto e possuem reservatório com mais de mil litros. Como são peixes que, ao atingirem a fase adulta, são de fácil reprodução, a intenção é que ao desenvolverem filhotes, sejam repassados aos vizinhos.

Erivalda dos Santos, de 24 anos de idade, mora na Cohab II e por saber que sua vizinha adotou essa nova medida, também decidiu fazer o mesmo. “Eu fiquei sabendo dessa nova forma de combater o mosquito por meio de um agente de saúde que foi lá em casa. Depois fiquei sabendo com minha vizinha, que já cria peixe no reservatório da casa dela e me falou que depois disso não apareceu mais nenhuma larva na caixa dela. Por isso vim hoje aqui no posto, solicitar alguns pra mim também”, afirmou a moradora. A espécie, conhecida por guppy, é pequena, resistente e pode se alimentar de 100% das larvas que emergirem em 24 horas no reservatório.

Peixes são usados como alternativa no combate ao Aedes aegypti em Garanhuns 2


Texto e fotos: Ruthe Santana
Edição de texto: Cloves Teodorico
Informações para a imprensa:
(87) 3762.0109 (Secom/PMG)

Redimensionar Fonte
Contraste