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FIG 2016

Mistura de ritmos marca quinta noite de shows do 26º FIG

Os shows na Praça Cultural Mestre Dominguinhos iniciaram às 20h [...]Leia mais...

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Os shows na Praça Cultural Mestre Dominguinhos iniciaram às 20h

por RUTHE SANTANA
edição de texto CLOVES TEODORICO
fotos de NICHOLE DE ANDRADE

A quinta noite de shows do polo principal do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) contou com grandes atrações e mistura de ritmos. O primeiro show da noite foi da banda garanhuense Neander. Leo Noronha, que é o cantor e compositor da banda, falou sobre o festival. “O bom é a grande exposição que a cidade acaba tendo para todo o país. O festival é uma ponte maravilhosa para que esse intercâmbio aconteça”, comentou, se referindo a divulgação de seu trabalho. A banda, que já possui mais de 20 anos de carreira, incluiu no repertório da noite músicas como Último Romance, de Los Hermanos e Dom Quixote, de Engenheiros do Hawaii.

Com algumas de suas músicas dedicadas a Naná Vasconcelos – homenageado desta edição do FIG –, o músico, compositor e artesão Antúlio Madureira foi a segunda atração da noite. Nascido em Natal e criado em Recife, o artista conquistou todo o público, presente na Praça Cultural Mestre Dominguinhos, com o seu talento e improviso. Antúlio constrói diversos instrumentos musicais com materiais nunca antes imaginados para este fim, a exemplo de materiais de construção e serrote. Esbanjando criatividade, o artista também contemplou em seu repertório músicas dedicadas a Naná. “Um grande companheiro, um músico espetacular, um mestre a quem será dedicada essa apresentação”, afirmou.

O FIG também se tornou o palco para o lançamento do novo disco da Academia da Berlinda, “Nada sem Ela”. O novo trabalho do grupo pernambucano apresenta a relação entre a mulher e a natureza. “As músicas falam do universo feminino e do meio ambiente, e tem um certo duplo sentido. Falam de relacionamento, mas sem melancolia. É uma forma divertida de entender a poesia. E a sociedade está precisando de mais amor e é isso que estamos passando nesse disco”, explica Alexandre. Fundada em 2004, a banda, que continua com a mesma formação, a maior parte de seu repertório da noite foi com as músicas do novo disco, mas não deixou de contemplar músicas já conhecidas pelos fãs.

O encerramento da noite ficou por responsabilidade do cantor, compositor e percussionista Otto. Natural de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, o cantor falou sobre o sentimento em homenagear Naná neste festival. “É espetacular porque ele foi um dos principais músicos do Brasil, do mundo. Um grande amigo, um mestre, um gênio. Um homem que se musicou. Ele era a própria música. Ele era o toque, a fala, o ritmo. Um cara que me ensinou que o ritmo é como o andar, andar devagar, andar correndo, galopar, disparar. Então foram dicas, opiniões dele me fizeram considerá-lo um pai muito especial”, completou o artista.

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 Data: 27/07/2016
Atendimento à imprensa:
(87) 3762.0109

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