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Garanhuns divulga terceiro ciclo do levantamento de índice de dengue

O levantamento é realizado, bimestralmente, pelo Programa Municipal de Combate à Dengue de Garanhuns A Secretaria de Saúde de Garanhuns divulgou na manhã de hoje (20) o terceiro ciclo do Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa). O percentual,...

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O levantamento é realizado, bimestralmente,
pelo Programa Municipal de Combate à Dengue de Garanhuns

A Secretaria de Saúde de Garanhuns divulgou na manhã de hoje (20) o terceiro ciclo do Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa). O percentual, que neste levantamento registrou um índice geral no município de 12,1%, é referente às casas que apresentaram larvas do mosquito Aedes aegypyti, responsável pela transmissão da dengue e da febre chikungunya. O objetivo do LIRAa é identificar os criadouros predominantes e a situação de infestação no município, permitindo o direcionamento das ações de controle para as áreas mais críticas. O levantamento é realizado, bimestralmente, pelo Programa Municipal de Combate à Dengue de Garanhuns

Entre os bairros que apresentaram maior índice, neste ciclo, estão o bairro Manoel Chéu, que estava com um percentual de 11,4% e aumentou para 28,5%, o Magano, que no ciclo passado estava em 15,7% e subiu para 18,5% e o bairro São José, que aumentou de 3% para 12,6%. Apesar do aumento geral, não só em Garanhuns, mas em todo o país, algumas localidades do município registraram uma diminuição no índice, como a Vila do Quartel, que no levantamento passado estava com um percentual de 3,3% e caiu para 0%, a Vila Lacerdópolis, que estava em 3,7% e agora diminuiu para 3,5%, e um trecho da Boa Vista, que no segundo ciclo estava com um índice de 12% e registrou uma queda para 3,5%.

Ao todo, são 58.902 imóveis, com a meta de visita cumprida a cada dois meses, pelos agentes de endemias do município. Desse total de imóveis, de acordo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco, mais de 90% dos criadouros encontram-se dentro dessas residências, por isso a coordenadora do Programa Municipal de Controle da Dengue, Cilene Espinhara, pede a colaboração dos moradores concedendo a permissão da entrada dos agentes de endemias em suas residências e solicita a atenção aos possíveis criatórios do mosquito. “Muitas vezes os moradores têm uma certa resistência, por isso eu friso a questão da importância da população atender os nossos agentes, para que eles possam identificar os focos e a gente possa agir mais intensamente nos locais mais críticos. Reforçando, também, a questão fundamental da população combater esses possíveis focos, nas suas próprias casas”, afirma.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Garanhuns, até hoje (20), foram notificados 230 casos de suspeita de dengue, durante este ano. Destes, 22 casos foram descartados e 14 foram confirmados como dengue clássica. O coordenador do Programa de Controle da Dengue, Anilson Leite, alerta a população quanto aos sintomas da dengue e da febre chikungunya, que são muito semelhantes. “Os sintomas mais freqüentes são febre alta com início súbito, forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas e vômitos, entre outros. A pessoa que sentir alguns desses sintomas deve procurar com urgência alguma unidade de saúde. E é bom reforçar que o combate da dengue e da febre chikungunya só pode ser feito por meio do esforço conjunto de toda a sociedade”, ressalta.

Quanto ao novo produto que está sendo utilizado, em todos os municípios da Federação, no tratamento dos reservatórios de água, para combater o mosquito, a coordenação do Programa Municipal de Controle da Dengue de Garanhuns reafirma a sua eficácia, comprovada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS). O Sumilarv, ao contrário dos larvicidas que eram utilizados pelos agentes de endemias, não mata diretamente as larvas, conhecidas como “martelos”. O novo produto atua nos hormônios dos insetos, causando uma mutação, que retarda o desenvolvimento da larva e causa a mortalidade da mesma, em sua fase adulta, que compreende em um período de aproximadamente 20 dias.


Texto : Ruthe Santana
Foto: Divulgação
Informações para a imprensa:
(87) 3762.0109 (Secom/PMG)

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