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NOTA – PREFEITO IZAÍAS RÉGIS

“Quero dizer que não há nenhuma atitude de vingança ou de soberba (como foi noticiado) na minha ausência amanhã na Visita do Governador Eduardo Campos a Garanhuns. A minha ausência é justificada por estar em Brasília, em busca de convênios...

“Quero dizer que não há nenhuma atitude de vingança ou de soberba (como foi noticiado) na minha ausência amanhã na Visita do Governador Eduardo Campos a Garanhuns. A minha ausência é justificada por estar em Brasília, em busca de convênios e ações para o nosso município, por meio do Governo Federal, que tem prestigiado Garanhuns com recursos nas áreas da saúde, infraestrutura, educação, assistência social, entre outros. Apenas questionei o fato da Prefeitura de Garanhuns não ter sido comunicada oficialmente da visita. Quero aqui ressaltar que vivemos uma nova conjuntura política, porém a institucional permanece. O Governador tem o nosso respeito, pela pessoa que é, e pelo cargo que ocupa, e da mesma forma esperamos o respeito à instituição Prefeitura de Garanhuns, que representa todo o nosso povo, povo este que deu uma expressiva votação ao Governador em suas eleições. Entendemos que estamos entrando em um ano eleitoral, de disputa, onde cada um tem o seu lado, o que é justo e democrático. Eu até penso que se a visita do Governador tiver mais um tom de pré-campanha, de apresentação do seu pré-candidato, do que de visita oficial, ele foi extremamente elegante em não nos convidar, até por saber que eu tenho um lado, sou do PTB e irei caminhar junto ao Senador Armando Monteiro, como sempre o fiz. Mas, se a visita é institucional, não podemos deixar que partidarismos se sobressaiam ao respeito pelas instituições. Até o fim de 2014 teremos eventos, onde a atual Gestão do Governo de Pernambuco dividirá a organização conosco, como o nosso grandioso Festival de Inverno. O que nos assusta em um momento como este é: será que seremos os últimos a saber de decisões que precisam ser conjuntas? Fica o alerta. Temos as nossas convicções e escolhas políticas e elas devem e serão evidenciadas nos palanques, no momento oportuno, mas as deixemos de fora do dia a dia das administrações. Em um Governo as atenções têm que estar voltadas para o bem comum da população que nos conferiu o cargo, que momentaneamente, ocupamos.”


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