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Garanhuns conquista sexto lugar em ranking de gestão previdenciária

Este é o quarto ano seguido que o município é premiado pelo seu Regime Próprio de Previdência Social por AQUILLES SOARES com informações do IPSG 19 de junho de 2018 O município de Garanhuns, no Agreste Meridional de Pernambuco, obteve...

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Este é o quarto ano seguido que o município é premiado pelo seu Regime Próprio de Previdência Social

por AQUILLES SOARES

com informações do IPSG

19 de junho de 2018

O município de Garanhuns, no Agreste Meridional de Pernambuco, obteve o sexto lugar no ranking nacional da nona edição do Prêmio de Boas Práticas de Gestão Previdenciária da Associação Nacional de Entidades de Previdência dos Estados e Municípios (Aneprem). Essa é a quinta vez consecutiva que o município concorre e a quarta sendo premiado. A última vez foi na edição do ano passado (2017), quando obteve o terceiro lugar.

Garanhuns com o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Garanhuns (IPSG), disputou na categoria de médio porte, e teve suas práticas de transparência, equidade, ética, e responsabilidade corporativa e social analisadas.

O presidente do IPSG destaca o trabalho da equipe que integra o instituto para chegar ao resultado. “É mais um prêmio que vem para reafirmar o compromisso do nosso instituto com o servidor público. O trabalho acontece de maneira conjunta, o que nos possibilita estar nesse ranking. Mesmo diante do período de dificuldades econômicas e financeiras que o país se encontra”, afirmou Marcelo Marçal.

A Aneprem analisa diversas práticas, entre elas estão a publicação de atas do comitê de investimento, a disponibilização do extrato previdenciário individualizado do segurado e dos demonstrativos das aplicações financeiras das receitas e despesas empenhadas e realizadas nas despesas administrativas e da folha de pagamento da unidade gestora e dos beneficiados. A capacitação dos conselheiros administrativo e fiscal ou equivalentes também foi analisada, bem como a disposição do código de ética, a regularidade quanto às obrigações fiscais, o recadastramento dos ativos nos últimos 4 anos e dos inativos.

Fotos: Arquivo Secom

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