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Planejamento e Gestão

​Governo Municipal participa de mesa redonda sobre Plano Diretor de Garanhuns no IFPE

por GABRIELA RAMOS 03 de Junho de 2017 Ocorreu nesta sexta (02), na sede do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) Campus Garanhuns, uma mesa redonda sobre o “Plano Diretor de Garanhuns (2008-2018): avaliação de resultados e planejamento com vistas à...

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por GABRIELA RAMOS
03 de Junho de 2017

Ocorreu nesta sexta (02), na sede do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) Campus Garanhuns, uma mesa redonda sobre o “Plano Diretor de Garanhuns (2008-2018): avaliação de resultados e planejamento com vistas à reformulação”. O tema foi apresentado pela arquiteta e urbanista – Mestre em Desenvolvimento Urbano (UFPE), Julianna Santos. O evento foi inserido à programação de atividades em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente e segue até hoje (03) no Campus.

O objetivo do evento é enriquecer o debate com docentes do campus e estudantes do curso técnico em meio ambiente. Julianna enfatizou que são necessárias a recuperação dos espaços livres, o aumento das áreas verdes, pensando as ruas como ecossistema.

Durante a fala, Julianna Santos comentou a importância do momento e enfatizou que o pensamento da Prefeitura de Garanhuns, bem como do gestor Izaías Régis e da Secretaria de Planejamento e Gestão, com o secretário Evílson Rêgo, é de convidar a população a participar ativamente da revisão de seu plano diretor estratégico através de sugestões, propostas e mapeamento colaborativo de problemas e possíveis soluções. Este é um importante passo para a construção de um Plano Diretor que leve em consideração as necessidades e anseios reais da população.

“O plano diretor de um município define suas diretrizes de ocupação, para onde ele deve crescer e se desenvolver, definindo também os espaços destinados à melhoria da qualidade de vida. Um caso importante são os mananciais, que garantem o abastecimento público de água de uma cidade ou região. A expansão urbana acelerada, e principalmente a ocupação desordenada do solo, formam áreas socialmente vulneráveis que trazem comprometimento à cobertura vegetal dos mananciais e também podem promover erosão e assoreamento, o que resulta na piora da qualidade da água, por exemplo, e é preciso agir ativamente para que isso não ocorra em nossa cidade”, finalizou Julianna.

Fotos: cedidas pela Secretaria de Planejamento

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