Imóveis de Garanhuns estão sendo recadastrados

publicado: 15/02/2016 15h38,
última modificação: 15/02/2016 15h41

Ação deve ser concluída num prazo médio de dois anos e passará por todos os bairros da cidade – incluindo a área rural

por CLOVES TEODORICO

A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria da Fazenda, num convênio com a Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (Aesga), iniciou, este mês, o recadastramento imobiliário do município. A iniciativa tem diversos objetivos, entre eles atualizar o sistema de dados dos imóveis da cidade, corrigir valores do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e ajudar na implementação de melhorias na infraestrutura da cidade – já que diversas edificações, residenciais e comerciais, construídas nos 15 anos anteriores ao ano de 2013, não possuem registro oficial.

De acordo com o secretário da Fazenda, Evilson Rêgo, o elevado nível de empenho, responsabilidade e cumplicidade pública do prefeito Izaías Régis tem proporcionado uma visível melhoria no desenvolvimento econômico de Garanhuns. “Percebemos, claramente, que o leque de opções de investimento têm-se ampliado, oferecendo uma expectativa econômica mais promissora, fato esse que determinou um acentuado crescimento demográfico nos últimos três anos”, destaca o titular da pasta.

Alunos do curso de Engenharia Civil da Aesga estão diretamente ligados à execução do projeto, intitulado “De portas abertas para o futuro”. Ao todo, 20 estudantes estão indo de porta em porta para realizar as medidas dos imóveis – eles recebem bolsa de estágio e foram divididos em grupos de quatro pessoas e devem passar por todos os bairros da cidade; o primeiro bairro visitado é o Heliópolis. “Com essa parceria, conseguimos otimizar o serviço e reduzir custos. Levando em consideração ainda que os estudantes ganham conhecimento trabalhando nessa proposta”, completa o secretário Evilson Rêgo.

Para a professora e coordenadora do Núcleo de Práticas de Engenharia da Aesga, Amanda Cesário, o trabalho serve de aprendizado primordial para os acadêmicos, visto que a atividade serve como complemento da carga horária do curso e no conhecimento aplicado ás disciplinas relacionadas à Geoprocessamento. “Eles chegam com os dados, lançamos numa planilha e unimos com imagens de satélite da área visitada”, explica.

Após a volta das aulas da universidade, mais 20 alunos serão selecionados para trabalhar, como voluntários, no projeto. Na visitação, todos eles estarão identificados com camisa e crachá.


Foto: Jefferson Teto – Drone (Secom/PMG)
Data: 15/02/2016
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